Todos os hóspedes que chegarem ao mosteiro
sejam recebidos como o Cristo, pois ele próprio
irá dizer: fui hóspede e me recebestes” (RB
53,1).
No mosteiro a acolhida dos hóspedes,
como a recíproca fraternidade entre os monges, nasce
da visão da fé, traduzindo, assim, o seu estilo e
seus objetivos: reconhecer, acolher e servir com
simplicidade e generosidade ao próprio Cristo nos
irmãos e irmãs.
Por isso a hospitalidade dos monges é um jeito
de ser, antes de constituir um serviço de caridade.
Exprime a experiência de ser amado pelo próprio Pai
e acolhido na sua casa. Esta consciência faz
enxergar em cada hóspede o próprio Cristo.
A hospitalidade é a forma mais tradicional da
presença dos monges camaldolenses na sociedade. Ela
tenciona não só oferecer alivio material aos que
visitam a comunidade, mas também, proporcionar a
eles o alimento espiritual na comunhão da caridade e
no encontro com a Palavra de Deus.
Aos hóspedes, homens e mulheres, a comunidade
oferece quartos individuais com alfaia simples e
essencial, um clima tranqüilo e silencioso que
favorece a reflexão e a oração pessoal, a partilha
da liturgia monástica e das refeições com a
comunidade, a possibilidade de diálogo com um monge
para direção espiritual e a celebração do sacramento
da reconciliação.
O prazo de estadia habitualmente oferecido a
pessoas individuais é de uma semana. Por grupos, um
dia, enquanto o Mosteiro ainda não dispõe de
estruturas apropriadas.
O mosteiro está circundado por um ambiente
natural da Mata Atlântica muito lindo e
tranqüilo,favorável ao descanso e à meditação.
Pede-se do hóspede uma contribuição a ser
ajustada com o monge hospitaleiro.
Para marcar visitas e estadias contatar o
responsável pela hospedaria, Don Emanuele.
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